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KIKO PISSOLATO FALA DE CENAS DE SEXO GAY E SALTO ALTO 15 EM PEÇA DE TEATRO!

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KIKO PISSOLATO FALA DE CENAS DE SEXO GAY E SALTO ALTO 15 EM PEÇA DE TEATRO!

Kiko interpreta humanitário na peça 'As duas mortes de Roger Casament'

O ator Kiko Pissolato, que ganhou fama nacional ao fazer par romântico com Susana Vieira na novela “Amor à vida”, em 2013, está dando o que falar no teatro. Em cartaz com a segunda temporada da peça “As duas mortes de Roger Casament”, o bonitão, de 38 anos, aparece em cena usando salto alto 15 e uma sunguinha de lantejoulo cavada que dá a ideia de uma calcinha. O figurino é para contar a história do protagonista, o humanitário irlandês que mantinha relações homoafetivos com índios e escravos.

“Adoro brincar com o meu corpo. Não tenho nenhum problema e nem um tipo de tabu ou pudor para usar o meu corpo como instrumento de trabalho”, diz Kiko, que afirma ter tirado de letra o desafio de andar de salto alto:

“É uma delícia. Na verdade, eu sempre senti lá no fundo, que eu teria uma habilidade, uma facilidade para andar de salto alto. Nunca tinha tentado, mas coloquei e sai andando. Tinha que dar uma treinadinha. Tive um certo receio por causa do meu tornozelo que estava recém-operado, mas é muito divertido. Cada vez que eu uso, fico melhor”.

Kiko Pissolato usa salto alto 15 para interpretar humanitário na peça 'As duas mortes de Roger Casament'

Na peça escrita por, Kiko também aparece fazendo uma simulação de sexo e beijo gay. “É igual a fazer (a cena) com uma mulher”, garante o ator. “O espetáculo todo é muito leve e criativo. Eu faço do lado B do Roger que falo das fantasias dele. É divertido, liberal, livre e mostrando uma mensagem que, infelizmente, ainda é super atual: da liberdade sexual e de escolhas de vida das pessoas, sem preconceitos. Infelizmente a gente ainda tem que falar disso”.

O espetáculo, que fica até dia 30 de maio no Viga Espaço Cênico, em São Paulo, fala sobre a luta do humanitário irlandês o Roger Casament, cônsul da coroa inglesa que lutou contras as barbaridades feitas contra os escravos congoleses, no reinado do Rei Leopoldo Segundo da Bélgica, no Congo. E narra a passagem do personagem pelo Brasil e sua luta pela defesa dos índios na exploração da borracha e que acaba sendo condenado quando revelado as as aventuras sexuais que ele mantém com homens, índios e negros. O texto e a direção são de Domingos Nunes.

Fonte: Extra

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